terça-feira, 20 de novembro de 2012

Super heróis


Com as asas de minha bravura
desvendo os crimes que cometera
Tudo em torno de si é pedra,
É estorvo... o fim em treva


 Minha agilidade não distorce teu ânimo,
Ampara o fraco, o inflamo
Viajo em olhos medonhos de ira enjaulada,
Flor putrefada.


Minha personagem sentida em uma Era,
satisfaz te em abafos violentos,
O desprezo atormentado do teu mero sustento,
o seu que o torna meu.


A rapidez dessa fuga,
limita se em minha telepática onda
que projetada, recobre a verdade
Manipulando o som do teu passo,
para perto desse mundo paranormal.


 Em você, a fortaleza adquirida
pelas rajadas dessa vida,
Corpo, poder e mente
Sua maestria absorção em regenerar feridas.


Lá te observo, nas entranhas canalizadas
Por fim à ilusão te conduzo,
De que habitas nesse mundo,
Sem nada a energizar.



O poderio de tua mente,
De força adjacente, da beleza sutil,
Captada pela memória de um povo
Hpnotizado pela inércia do hábito
Não esqueça... Todos temos uma fraqueza.


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