sábado, 17 de novembro de 2012

Incoerência... a que não te unifica

                            Blog de jennybyjenny :a visão de uma alma nua e crua, Incoerência... a que não te unifica
Quão importante tua vida é... tão valiosa que não arriscaria entregá-la a outrém, não é mesmo...
E qual seria o valor da vida de outro alguém que não fosse voce.... alguns dirão " a dos meus parentes próximos" outros " do meu marido ou esposa", sei lá... mas o que nos toca mesmo é quando alguém machuca voce, a carne ou o espírito, sentimo-nos traídos, passamos a falar uma coisa como" que seja feliz", mas pensando " aqui se faz aqui se paga", deixemos a hipocrisia de lado e sejamos realistas, no fundo no fundo queremos estar lá para ve-lo pagar.
Teu Deus é bom.... quando se trata da tua "vingança" pessoal, e quando a justiça é feita "contra" voce, aí muitos blasfemam né. Quanto dá ao dízimo, indulgências dadas não por bondade, mas para se conseguir ter mais, para ir pro céu, pra ter a consciencia tranquila, talvez até o bem praticado a estranhos... mas que cristão é voce que maltrata seu irmão, seu pai, sua mãe, seu filho, seus netos....
Ali mesmo entregamos nossa verdadeira face, aquela que escondemos no dia da missa, ou do culto, tanto faz, nao estou aqui falando de uma ou outra religião, o assunto é voce!O desdém, quando sua filha quer um abraço, diz então que está de saída e depois ve isso, ou quando o dinheiro entra na história... acabou se o laço familiar, ignorar uma criança pela pensão que tem de pagar sob pena de prisão como se a criança fosse culpada de precisar de auxilio, de boa vontade... aí não aparece nem um bom dia... E depois ainda diz: "tem mais Deus pra dar", sem perceber que o erro está sendo castigado por Ele mesmo, que é JUSTO.
Vamos ser coerentes, o amor está além do dinheiro, o carinho além do conforto, a atenção está... a léguas de distancia quando pensamos que só o dinheiro vale a pena... aí quando o filho cresce, usa drogas e bate em você... aí pede a Deus que cure-o, quando o errado desde o início foi VOCÊ, em não perceber que ele valia mais, que seu próprio sacrifício econômico.

Nenhum comentário:

Postar um comentário