Script de mil aventureiros,
quer ser satisfeito,
Como a rosa que se delicia no desabrochar de suas pétalas,
Após um inverno de expectativas e má experiencia,
Um sumo de água na constancia de sua complacencia,
Quieta e vivida,
Feito rio de mil aventureiros a amar.
Padece a leitura torrencial de convexos complexos,
Amparado na textura da pintura, toque de escultura,
Suas vestes deliberam o medo de suas incertezas,
Feito ultimo cordeiro em rebanho abatido,
Tido tempo perdido nessa baía de ninguém,
Onde nada é tão doce
Nem tudo tão puro como agua de açude.
Os pontinhos dessa costura
Arrematam o enlace de tão bela criatura,
À vista nos bares da conjuntura,
estremece feio potro em ribeira,
Faz de suas crinas a beleza de tão desvirtuada princesa,
Em teus olhos amanhece impetuosa
As fantasias de adolescente fogosa,
Então cria e recria seu mundo
Na perfeição dessa criativa união.
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