Os sons dessas cornetas invadem o pobre inóspito,
Andarilho incessante pelas ruínas do seu ego
Absorve as amígdalas da sua intenção,
nada entende da própria podridão, antecede suas vestes,
Sorri nas palavras, suculentos olhos, fala manso, insensato cisne,
costumes de infância
Indigno de confianca, acalenta o dragão de sua maldade na pele
Ouvindo o mal, beijando o sal, ingerindo seu próprio veneno,
tentando as vertentes do bem.
Fluídos do seu despudor, horrendo animal
Infantil segredo,cálice de vinho vencido, garras vazias
Para doce menina sem medo, que se apega ao cristao pensamento
Sua maior fé, fiel oração.

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