Nunca mais o coração impulsionará a palavra.
Nunca mais o corpo pulsará em sentimento.
Nada se não a razão de ser puro.
Puro na verdade, dolorido em pesar,
questiona a ausência em tapas de turbante
Fecho minhas entrelinhas com o peito carregado.
Asseguro! A você nada resta nessa inércia,
A não ser a pena de ter sido tão fútil.
Salto em altos e revoados passos
O ofegante não se torna o inabalável
Em raízes se planta o aprendizado,
De ser , de estar, de reclusar.
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