O que casa contigo,
Teu véu infinito
Que a sombra tens a buscar.
O costume de sua magia,
Clara sintonia
Que a si próprio tende a procurar.
Quando será um caminho parentesco
Presente diferencial de todo esse fim?
Qual deriva encontra-se o rio
Que esse barco tanto almeja sem sair do lugar?
Esmorece toda uma linha de tendências
Que uma manhã instalou-se no coração
O dia parece uma rajada de ventos insanos
Devora a si ...consome a existência.
Desavença na pureza dos questionamentos
Diluem-se nas lágrimas obscuras do duvidar.
Aplausos a canção dos amores infiéis
À todo instante ouço pestanejar
São pragas a esbravejar esse mestre ao torto
Jogando aos ares esse louco rodopiar.
Tudo o que pode ser tocado não mais verá,
Arremessei os sentidos ao mar
Sua posse foi liquidada,
À partir de hoje, podes respirar...
Pois essa cruz... por-se-á a findar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário