Sois as tuas amarras, com elas repuxo toda essa escuridão
Advirto então os pertences de uma nova Era,
finco as garras nessa realidade
Para clarear em ti toda essa força maior,
aniquilar a sombra de tua provação
Triste dores sufocando aprisionado e gélido combatente,
anestesia dessa Terra.
Sois nesse caminho, tão só, repleto de perdição,
somente aquele longínquo amanhecer
Justificando entre provérbios e santos,
as pontes acorrentadas clementes de oração
Nada nessa noite irá perecer, nas gotas desse sereno,
a paz silencia teus tormentos
Assista a glória dos teus atributos,
superações dentre rostos inóspitos de compaixão.
Corpo em desespero, mãos trêmulas,
o poder imposto em insínias e brasão
Lutas pela liberdade, porém tens no coração as cicatrizes do medo
Nessa manhã, todos se foram, acalme tua ira,
deposite em mim teu maior segredo
Adormeça agora corajoso soldado,
na melodia suave de tão suplicado perdão.

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