Pessoas são puras ao nascer, claro, que já nascem chorando pois quem quer sair do conforto não é mesmo? Bom, dali então já digo que o ser humano já nasce folgado demais (apesar do aperto). Logo já me vêm a idéia de que quando a gente cresce quer o melhor emprego, que maltrate menos e que nos dê mais folga entre um dia e outro... Ou seja... continuamos com a necessidade de "folgar". Eu gosto do trabalho e não gosto. Gosto porque me ocupa o tempo e a cabeça mas... ( sempre terá um mas) se eu pudesse ganhar e fazer o que gosto sem o mínimo de esforço eu preferia... e nem me diga que gosta de se esforçar porque pra mim vai soar como se preferisse alface a uma bela pizza.
Em seguida vem a pedição através dos choros... choro pra mamar, pra ser trocado, por dores ( que os pais tem que adivinhar quais são)... Somos egoístas por natureza! Querendo tudo na hora que pisamos fundo e pronto, seja lá qual for... a paciência não nasce conosco, temos que exercitá- la a cada fila de banco, à cada espera telefònica, à cadafim de novela... a vida é assim. e não adianta chorar... paciência! Eu te confesso, minha paciência se estende ao cigarro que fumo agora... seis minutos... depois eu começo a me mover, mudarde posição, olhar incessante para os lados, coração palpita aí já era... a boca já está preparada pra falar!
Ensinamentos desde que estamos nos primeiros passinhos são o começo do eterno aprendizado. Escrevo a vossos amigos persistentes, que quando querem algo, insistem até conseguirem ( já te digo que não sou assim), que persistem com garra e foco... eu vou me arrastando... se o troço é chato e não me interessa muito ou vejo algo que não é pra mim... desisto ( POR FAVOR... não me fale aquelas frases clichês que poucos que falam fazem), estou sendo eu, escrevendo para quem quer ter a persistencia de chegar ao fim do texto... se não quer terminar... desista...hehhehe
Tá bem, adolescência é um porre, fala a verdade... são cheios de controvérsias e idéias mirabolantes, que não duram até o casamento. Eu mesmo era assim, tinha idéia de acontecer! De fazer a diferença! Passar propósitos para o papel! Prender bandido, mudar leis... e no fim... tive filhos cedo, morei com o pai deles ( nem pra casar né), tudo tão moderno que penso como que tô aqui até hoje, com altos e baixos, estresses e vontades reprimidas, exigências de uma geração nova... me sinto uma anciã de 30 anos!E a persistência nesse caso se fez necessária... mãe é mãe!
Finalizando, quero só mostrar a vocês meus amigos leitores, que somos mesmo a teoria e a prática porque idealizamos algo e nossos destinos, nossas prioridades, necessidades, nossas vontades e experiências nos fazem únicos, donos de nossas verdades... Se conseguimos ou não, está em cada qual que conhece seu interior, e ali... ninguém tem a chave... só você!

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