Como pode ser tão ambíguo... Chega a ser místico... Estar no inferno e no céu em uma só alma, ter a explosão numa terra tão pouco habitada, de um ser terno e agitado, situar essas águas que desaguam pela boca direcionando toda euforia dos dias escravizados para somente bendizer conselhos a quem nos faz sofrer.
É, coroamos aqueles que nos estatizam, os que perjuram em falsidade, o espirito de amor glorioso que perdoa sem perceber, que desatina nesse mar de certezas de ser o que se plantou, não estagnar a face da inveja que nos rodeia por ingratidão, sufocando o veneno que nos é atingido pelo antídoto da contemplação da fé.
Paira nessas lamúrias, o bom censo que se esconde, quando do ar a necessidade do dia dia se faz ultraje, das maneiras que se esforçam para tão visível se comportar, nada será acatado se dos olhos uma gota de redenção não for extraída e do coração a agitação do ódio contida. Porque de tantas e tantas aberrações retratadas, o que nos fala em verdade é a alma, do acaso, do abraço, do santificado.
Passeios em jardins tão massacrados, pelo peito sufocado, de amores desalinhados, entretanto estarei de acordo com voce se me mostrar um pouco, um segundo de concentração, não apenas ao meu protesto não, esteja sedento de gratidão, pelo limite que sua guia não deu, pelos cipós ajeitados em meio ao grande banhado, o lado do disco virado, em tudo que for lembrado. Da tristeza que tens passado, por tua chama que debilitaram, pelos planos tencionados, estrado bifurcado.
Não se sabe ao certo, se o choro leva ao riso, pois não se atenta a dor rudimentar ao calor do triunfo, pois poucos enxergam o contexto da continuidade com a trava nos olhos. Então caminho nessa estrada a mim ofertada, para que dessas pedras que me estalam nos pés, eu possa extrair o sumo do diamante maior.
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