Em seu leito repleto de almas suburbanas em cifras
Penalizada sua sentença diante de gozo premeditado
Toda ira se rebela contra os anjos que a ti guia
Presa nesse contexto fúnebre,
absolve o peso dos teus ombros
na cruz que a mim foi medida, desdém em todo queixume
Me liberte sufoco de desamor, pálpebra que ja se fechou
esqueceu de tuas dores levar, me denigre e vem quebrantar
Das tristes estradas da tua vida,
agora jaz em uma escolhida
Sobrepõe o veneno de tua fala, a minha história encantada
Pensa que teu fel irá me atar,
no suborno dos teus demonios a rogar
Lanço a voce toda magia,
dentre todas as almas ressurgidas
desse mar de lamentação, sou teu anjo, teu perdão
Enquanto esperas minha queda,
subo ao monte e de lá te vejo
Encolhida, sofrendo os raios do teu próprio desejo
Maneiras diferentes de amar, a minha de te proteger,
tua ferida interna curar, verdades que a em tua prece
não vejo exaltar, momento esse só me vem a escaldar
essa fera que nunca será enjaulada,
pois deveras, és por Deus serpente tentada à espada
Tenho pena dos teus dias, tristes, solitários, célebre ruína
que tua mão mesmo plantou, desse ódio que de mim voce germinou.
Melancólico fato que ao vento relato,
pois meu peito está em pedaços
pela flor esmorecida, que aguei depois de crescida,
já não mais respira
pois tuas pétalas estão condenadas,
a sofrer pela inveja a mim apontada
Não quero mais te ver, enquanto seu rancor me devora,
aos poucos me faz morrer,dessa mágoa que em mim ficou,
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