Arrepio incrédulo de liberdade,
desponta em minhas veias essa maldade
do corpo atordoado a morrer,
em tua face o ultraje de não sofrer
Sapateio em correntes de horror,
em teu palco um marco de sufoco incolor
pois meu sangue não causou nenhum efeito,
nesse teu corrosivo desfecho.
Ela teme o inesperado desse calor arrebatado,
eu nesse poço me afogo para teu gozo
Apalpa a pele desgastada pela dor já habituada,
pelo carcere de sua mente privada.
O desespero de escapar desse martirio,
somente se de seu próprio carma for sucumbido
Sacrificar seu interior mais enegrecido,
pelas farpas desse rancor enrustido
Nas almas que te aquieta ao ver morrendo,
nao de sonhos,matizadas em sofrimento
Provarás de seu inoculado veneno,
testará sua força pelo seu lado mais insano
Me jogar nas cartas do seu mundo mundano,
do terror mais profano que possa estar
A teu deleite narcisista, sou carne adoecida
nesse sal submergida pela tua renomada ironia.
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