Essa noite eu te vi, claro como a luz pura do amanhecer.
Frágil como um cristal, tão belo como o ramo de arvore a florescer.
Estive a olhar te, meu caro anjo,
Não lembrava de sua estada,
uma visita que deixaram marcas profundas, em minha alma.
Desviei o pensamento das loucuras desses erros,
O pálido habitante de minha escuridão, escondi na toca do passado,
jamais se esquece do tempo que era bom, ser cordial,
Prazer banal ou caminho fatal. Esse era o plano?
Se soubesse teria ido contempla-lo, meu belo por do sol,
que na sua imagem hoje recostei.
Nessa manhã te admirei, com a força do pensamento,
Corri atras, achei a toca e de lá te tirei,
favo do perdão, que tão singelo me acolheu em seu abraço,
seus olhos, seu sorriso, seu semblante.
Como te peço! Volte a fazer lágrimas em reu rosto escorrer,
para que saiba que meu coração você aconchegará novamente,
e da foice desse tormento me livrará, doce asas da saudade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário